Rio Branco, Acre,





Manifestação pró-Bolsonaro em Rio Branco terá participação de Gladson e Ulysses neste domingo


Movimento será realizado em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia; Gladson Cameli confirmou que vai

TIÃO MAIA, DO CONTILNET

Os partidários do presidente Jair Bolsonaro no Acre, assim como apoiadores de outras regiões do país, continuam convocando a população para manifestação em defesa do governo para este domingo (26). No Acre, a convocação acontece também no interior, em Cruzeiro do Sul e Brasileia. O governador Gladson Cameli, por meio da assessoria, confirmou que participará do evento. O candidato derrotado do PSL ao governo, coronel Ulysses Araújo, também confirmou presença no ato na Capital, que ocorrerá a partir das 15 horas, na esplanada do Palácio Rio Branco.

Em Cruzeiro do Sul, será na praça “Orleir Cameli”, e no Alto Acre, em Epitaciolândia, na frente do Clube Guarita, na saída da cidade. A previsão é que em Epitaciolândia e Brasileia também haja uma carreata pelas duas cidades e a concentração a partir das 15 horas de domingo, disse um dos organizadores do evento, Alrimar Braga Correia. “Esperamos por no mínimo duas mil pessoas nas ruas”, disse. Em Cruzeiro do Sul, de acordo com o organizador local, o comerciante Cleomilton da Cunha Azevedo, a previsão é de reunir pelo menos duas mil pessoas. “As pessoas estão muito animadas”, disse Cleomilton.

Pedro valério, presidente do PSL no Acre/Foto: reprodução

Já em Rio Branco, os organizadores não quiseram falar de números. “Temos uma expectativa muito grande porque  muitas pessoas estão envolvidas na convocação. Até grupos escolares, grêmios estudantis, gente jovem, se envolveu na convocação”, disse o jornalista Pedro Valério, presidente regional do PSL e um dos organizadores do evento.

Bolsonaro e Coronel Ulysses durante vsita do presidente em 2018, durante campanha eleitoral/Foto: ContilNet

O ex-candidato a governador Ulysses Araújo disse que a expectativa por um grande público nas manifestações são decorrentes da grande aceitação popular para a realização do evento. “A gente está acompanhando a movimentação pelas redes sociais e estamos vendo que muita gente está aderindo. Afinal, é uma manifestação apartidária, não em favor do governo, mas, sim, em favor do Brasil”, disse Ulyssses Araújo.

MOVIMENTO NACIONAL

A convocação dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro também está sendo feita em pelo menos 300 cidades brasileiras, sem uma organização centralizada e sobretudo pela internet e pelas redes sociais nas quais circulam as informações sobre os atos: sites de suporte ao presidente pedem para que organizadores locais informem as cidades, horários e locais das manifestações. E dizem que há mais de 350 atos confirmados.

A ideia de organizar atos pró-Bolsonaro começou na esteira dos protestos contra os cortes na educação, realizados no dia 15 de maio. Em grupos e páginas de Facebook, essa movimentação de apoio ao presidente começou a aparecer na própria data. Já no WhatsApp, a ideia foi sendo ventilada a partir do dia 16 de maio. Como não há uma organização centralizada, houve reviravoltas em relação às bandeiras do movimento. A indefinição inicial gerou ruídos dentro do próprio grupo de apoio a Bolsonaro – integrantes do PSL e aliados próximos chegaram a desaconselhar um endosso oficial aos atos e empresários se negaram a abraçar a mobilização caso a pauta incluísse ideias controversas, como o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, como chegou a ser aventado em grupos de WhatsApp.

Ao longo desta semana, a maior parte dos grupos adotou uma pauta unificada, em defesa da reforma da Previdência, do pacote anticrime e da operação Lava Jato. Também há críticas ao Centrão e a ministros do STF, mas sem menção a medidas extremas, como o fechamento das casas. “Nas manifestações, nós queremos mostrar aos defensores da velha política que quem de fato manda no país é o povo e que nós estamos de olho no que está ocorrendo dentro do Congresso nacional, onde aquelas velhas raposas da política querem travar as votações para que o país não avance”, disse Pedro Valério.

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