Rio Branco, Acre,





Acre adere a movimento nacional e deve ter ato em apoio a Bolsonaro em duas cidades


Manifestações devem ocorrer dia 26 para acompanhar movimento em todo o país e dirigente não teme fiasco

TIÃO MAIA, DO CONTILNET

A esplanada do Palácio Rio Branco, no centro da Capital (ainda não oficialmente definida) e a praça “Orleir Cameli”, em Cruzeiro do Sul, devem ser os locais escolhidos para aquilo que o PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, espera seja a maior manifestação do Acre em apoio ao governo federal, no próximo dia 26 de maio, um domingo.

Neste dia haverá, em todo o país, manifestações de apoio a Bolsonaro e os dirigentes locais do PSL querem que o Acre seja referência no movimento, já que foi aqui que o presidente obteve quase 90% dos votos válidos na corrida presidencial do ano passado – o maior percentual proporcional de votos dado ao candidato no Brasil.

Em Cruzueiro do Sul, ato ocorre na Praça Central

“Isso nos faz ter a responsabilidade de promovermos uma grande mobilização em favor do nosso presidente”, afirmou o jornalista Pedro Valério. “Não vamos fazer uma manifestação em favor do presidente Bolsonaro, mas um movimento em favor do Brasil porque percebemos que, mais do que nunca, o presidente está precisando dos brasileiros”, afirmou Valério.

Pedro Valério é um dos organizadores das manifestações no Acre/Foto: reprodução

O dirigente afirmou ainda que as manifestações também serão de apoio ao projeto anticrime, do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Precisamos mostrar nas ruas que o Brasil apoia a Moro e seu projeto porque ninguém suporta mais a sensação de insegurança causados pelos mais diversos tipos de crimes em todo o país”, acrescentou.

Valério disse que por toda semana haverá mobilizações estaduais para que compareçam o maior número de pessoas possíveis no dois atos, tanto em Rio Branco como em Cruzeiro do Sul. Ele não quis quantificar o número de pessoas, mas lembrou que quanto mais gente, melhor. “Para apoiar Bolsonaro, as pessoas vão espontaneamente”, disse Pedro Valério, confiante.

Quando foi lembrado que em 1992, às vésperas de sofrer um impeachment acusado de corrupção, o então presidente Fernando Collor de Melo pediu que os brasileiros fizessem manifestação semelhante, inclusive vestindo roupas com as cores da bandeira nacional, e o que ocorreu foi que as poucas pessoas que foram às ruas vestiram preto e se posicionaram contra o governo, Pedro Valério disse que as circunstâncias e os personagens são noutros e que não teme um fiasco.

“A diferença é que o Fernando Collor era um bandido e o presidente Bolsonaro é um homem decente. Este é o ponto”, disse. “Vamos fazer uma manifestação contra o submundo da política, que está lá no Congresso, tentando inviabilizar o governo de Bolsonaro. Esta é a diferença. Somos contra o submundo da política, enquanto Collor era e continua sendo o próprio submundo político”, acrescentou.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste portal. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Comentários

comentários






Outras Notícias

Veja Também