Rio Branco, Acre,





Projeto da deputada Vanda Milani amplia direitos trabalhistas


Vanda Milani apresentou projeto de lei que altera a CLT e assegura ao empregado que estiver, a no máximo 2 anos da aposentadoria, a redução de pelo menos 2 horas da duração normal do trabalho sem diminuição do salário.

ASCOM

A deputada Vanda Milani(SD) apresentou, junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, projeto de lei que altera a CLT(Consolidação das Leis do Trabalho) e assegura ao empregado que estiver, a no máximo 2 anos da aposentadoria, a redução de pelo menos 2 horas da duração normal do trabalho sem diminuição do salário.

Vanda Milani(SD) apresentou, junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, projeto de lei que altera a CLT/Foto: Ascom

Segundo a deputada, o projeto visa reconhecer, sobretudo, a experiência e a técnica adquiridas que, ao longo dos anos, fazem com que o trabalhador- em função de mais qualidade e agilidade- consiga realizar o mesmo trabalho executado em 8 horas em apenas 6 horas trabalhadas. Vanda Milani destacou ainda que a redução da jornada de trabalho nesta fase da vida trará mais serenidade ao trabalhador em face da idade mais avançada.

O projeto proíbe ainda a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado que estiver a, no máximo, 2 anos da aquisição da aposentadoria. Segundo a parlamentar, essa segurança servirá de proteção à alta instabilidade do mercado de trabalho brasileiro, sem falar na dificuldade que os trabalhadores de mais idade enfrentam na reinserção do mercado de trabalho, consideradas as limitações e discriminação típicas desta faixa etária.

Necessidade da lei

Alguns acordos e convenções coletivas de trabalho, ressaltou a parlamentar, já garantem a permanência no emprego a trabalhadores nestas condições. No entanto, a nova redação da CLT, dada pela Reforma do Trabalho, estabelece que a duração de convenções ou acordos é no máximo de 2 anos. Além deste prazo, perdem o valor, se não forem renovadas. “Considerando as dificuldades que atravessam os sindicatos (sem as contribuições compulsórias) e as novas tendências de pactuação de condições de trabalho, certamente esta renovação enfrentará dificuldades. Por isto, a necessidade de uma lei própria que venha garantir efetivamente o direito a todos os cidadãos trabalhadores”, concluiu.

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