Rio Branco, Acre,





Jorge Viana diz que não descarta possibilidade de concorrer à Prefeitura de Rio Branco


Em entrevista ao Jornal Opinião o ex-senador falou sobre os bastidores do PT após derrota nas últimas eleições

SAIMO MARTINS, DO CONTILNET

O ex-senador Jorge Viana (PT/AC) concedeu uma recente entrevista ao Jornal Opinião, divulgada nesta segunda-feira (22), onde falou abertamente sobre a vida pessoal pós política e de assuntos polêmicos, como por exemplo, sua suposta saída do Partido dos Trabalhadores e a possibilidade de candidatura à Prefeitura de Rio Branco.

Questionado sobre se os recentes boatos que permeiam a os bastidores da política, Jorge não descartou a possibilidade de disputar o comando da capital em 2020. “A resposta sobre ser candidato ou não, não será agora, acabei de sair de uma eleição onde não tivemos sucesso, fomos muito mal e temos que assumir isso. Temos que nos reinventar e restabelecer diálogos com a população e a juventude”, destacou.

Jorge Viana não descarta disputa à prefeitura/Foto: reprodução

O ex-senador ressaltou que estabeleceu uma parceria com o ex-prefeito Marcos Alexandre e o ex-deputado federal Raimundo Angelim, para que o trio faça política em conjunto. “Estabelecemos um entendimento de ninguém fazer carreira separada, estamos juntos e temos uma forma de prestar atenção no que está ocorrendo, tentando ajudar e torcendo para que dê certo”, comentou, afirmando que momento é de reflexão e silêncio e, mas à frente, “estar à disposição para ajudar o Acre, município e meu país”.

Viana também comentou sobre os boatos que circulam entre os petistas, onde buscam aprimorar o time dos sonhos que seria, ele como candidato à prefeito, Alexandre como governador e Angelim como senador. “Não dá para pensar essas coisas à longo prazo, estamos vivendo um momento terrível no Brasil, de muita insegurança. Sinceramente não há nada concreto sobre isso”, declarou.

Sobre sair do PT, Jorge não deixou claro seu desejo. “Reconheço tudo que o PT me deu, mandato de prefeito, senador e governador, agora que foi constrangedor a ultima eleição, foi e, os erros que nós cometemos pesou e, não foi nos governos, mas sim, nas alianças que fizemos, merecia uma punição, não sei se nesta dose”, salientou.

Para finalizar, o ex-governador disse que nos últimos dias esteve reunido com algumas lideranças petistas e escreveram uma carta ao ex-presidente Lula. “Você pode divergir de qualquer coisa, mas no período do Lula, todo mundo se deu bem, empresário ficou milionário, 20 milhões de carteiras assinadas, luz para todos, o comércio no interior do estado bombou. Não há sentimento de reconhecimento”, enfatizou.

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