Rio Branco, Acre,





João Paulo Bittar conquista espaço no Conselho Nacional da Juventude brasileira


Conjuve é responsável pela integração e intercâmbio das organizações juvenis nacionais na promoção de políticas para o setor

TIÃO MAIA, DO CONTILNET

O Acre acaba de conquistar espaço e assento no Conselho Nacional de Juventude (Conjuv), criado em 2005 pela Lei 11.129, cuja função é fomentar estudos sobre a juventude brasileira, promover intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais, criar e propor diretrizes para ação governamental voltada à promoção de políticas públicas destinada ao público jovem do país. O acreano é João Paulo Bittar, diretor do departamento de juventude do governo do Acre. Ele é filho do senador Márcio Bittar (MDB-AC).

O conselho é formado por 60 membros ao todo – sendo 2/3 representantes da sociedade civil e 1/3 do poder público, eleitos de forma direta e que possuem um mandato de dois anos. A presidência e a vice-presidência são alternadas, a cada dois anos, entre membros da sociedade civil e do poder público. João Paulo Bittar terá direito a voz e voto no Conselho.

João Paulo Bittar é diretor do departamento de juventude do governo do Acre

O Conselho trabalha em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude, na integração de programas e ações do governo federal e é uma representação do público jovem junto a ele. Suas ações instituíram o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) – que atende jovens de 18 a 24 anos e tem por objetivo executar ações integradas que propiciem aos jovens brasileiros reintegração ao processo educacional, qualificação profissional em nível de formação inicial e desenvolvimento humano.

“É mais um espaço em que o Acre vai poder contribuir com sugestões, voz e voto”, disse João Paulo Bittar. Segundo ele, o Conjuv foi um dos poucos poupados pelo presidente Jair Bolsonaro exatamente pelo seu grau de importância e de ações. “Os conselhos extintos pelo presidente foram exatamente aqueles de pouca atuação e de pouca interação com a sociedade, cujos serviços não correspondiam”, disse Bittar.

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