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Concursos
10/05/2010 11:00 - Atualizado em 10/05/2010 11:05
Concurso da Caixa: Prova para técnico bancário pode ser anulada

Os candidatos do concurso para técnico bancário da Caixa Economica Federal, alocados na Universidade Veiga de Almeida (UVA), no Rio de Janeiro, e nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo, não realizaram a prova objetiva que estava agendada para este domingo, dia 9, no turno da tarde.

Conforme o comunicado do Cespe/UnB, organizador da seleção, um grupo de candidatos compareceu erroneamente aos locais citados e impediram a aplicação dos exames, após muito tumulto. O Cespe/UnB e a Caixa Econômica informaram que estão analisando criteriosamente a extensão do problema para tomar as devidas providências, que serão comunicadas o mais rápido possível.

Segundo o coordenador do Cespe-UnB responsável pela aplicação dos exames na UVA, Jake do Carmo, há chances de as provas serem anuladas.

– Em um primeiro momento, pretendemos reaplicar as provas para todos os prejudicados – disse.

Segundo os organizadores, nos demais locais, os exames transcorreram sem problemas.


Entenda o caso

No Rio de Janeiro, um grupo de aproximadamente 300 candidatos que compareceu à UVA constatou, junto à organização do concurso, um pouco antes do início do exame, que seus nomes não faziam parte dos que deveriam realizar as provas no local. Na UVA, apenas os inscritos com nomes iniciados pelas letras A e B deveriam fazer as avaliações, porém muitos estavam de posse dos cartões de confirmação de inscrição que comprovavam que deveriam fazer as provas nesta universidade.

Uma grande confusão se formou e, inclusive, a Polícia Militar teve que comparecer à UVA para garantir a ordem no local. Segundo os organizadores, apesar do desencontro das informações, este grupo de concorrentes seria alocado em outras salas da universidade para fazerem os exames, porém não concordaram com isso. À FOLHA DIRIGIDA, alguns candidatos alegaram que, em outros locais, os exames já estavam acontecendo e que após o tumulto, que durou aproximadamente uma hora e meia, não tinham mais condições psicológicas para realizarem as avaliações.

Além disso, eles abordaram o fato de nos demais locais muitos candidatos já estavam fazendo prova há quase duas horas e que outros já haviam inclusive terminado o exame. A atendente Débora Afonso, 25 anos, ficou indignada com a situação e defende a anulação das provas objetivas.

– Eu acho que o correto é anular as provas. Cheguei aqui às 13h40 e nada. Estou revoltada. Se estou fazendo esse concurso, é porque preciso. Isso é uma vergonha – disse.
Outro participante indignado era o técnico em contabilidade Paulo de Oliveira, que é portador de necessidade especiais.

– Estou esperando um atendimento especial, mas ninguém apareceu. Fiz todos os procedimentos solicitados. Agora tem essa questão referente aos locais de prova. Não tenho mais condições de fazer o exame – criticou.

Para a estudante Rafaela Carrilo, de 19 anos, a anulação das provas do concurso é a medida correta a ser adotada.

– A gente se preocupa em chegar no horário certo, em pleno dia das mães, para poder fazer a prova e acontece isso. Ninguém tem mais condições psicológicas de realizar a avaliação.


Provas do turno da manhã ocorrem em clima tranquilo

Apesar da chuva, a aplicação das provas objetivas do concurso para a Caixa Econômica Federal ocorreu normalmente, na manhã de domingo, dia 9. Participaram da etapa, somente os concorrentes aos cargos de advogado, arquiteto e engenheiro (áreas Civil, Elétrica e Mecânica), que exigem o nível superior. Não houve atrasos e a tolerância foi de dez minutos.

– A tolerância padrão é de dez minutos, correspondente ao programa de verificação de horas, que utilizamos para confirmar a compatibilidade dos horários. Ainda há cinco minutos a mais, que é o tempo que esperamos o último candidato receber a prova. Portanto, os portões foram fechados às 9h10 e as provas tiveram início às 9h15 – informou o Coordenador Geral da aplicação no Rio de Janeiro, Jakes do Carmo.

Grande parte dos participantes chegou com uma hora de antecedência à Universidade Veiga de Almeida (UVA), local onde o maior número de inscritos foi alocado: ao todo 4.583. No entanto, não houve confusão na única entrada da universidade, visto que vários funcionários permaneciam ali orientando os candidatos. Ao todo, foram cerca de 500 pessoas trabalhando, tanto na UVA como na Unisuam, que recebeu somente os inscritos no cargo de advogado.

Segundo Jakes do Carmo, todas as medidas de segurança foram tomadas para que tudo transcorresse bem. Dentre elas, destaca-se a presença de médicos no local para eventuais acidentes. Além disso, também esteve presente um delegado federal em cada universidade, que garantiu a segurança das provas e, consequentemente, dos candidatos.

Os primeiros concorrentes saíram das salas após uma hora e vinte minutos de execução da prova. Para Isabela Guimarães, 33 anos, a prova de Arquitetura estava difícil, pois continha muitas questões de Legislação e normas do Iphan, assuntos que, em sua opinião, precisam ser decorados. Já a Leila Carla Cosenza, 45 anos, que concorre para a função de engenheiro mecânico, o grau de dificuldade do exame estava relativamente médio.

– Tinham questões fáceis, outras médias e outras difíceis. Para nós que trabalhamos, fica difícil encontrar tempo para estudar. A prova mais fácil, para mim, foi a de Português. Já a parte específica, teve muitas questões sobre ar condicionado, que é a minha praia. Mesmo assim, não sei se dá para passar.


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